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Um negócio do Grupo RDS

Automação com IA que passa na verificação e entra em produção.

A demonstração é a parte fácil. A gente entrega o resto: medida antes e depois, teto de custo, trilha de auditoria, acesso por perfil e uma pessoa na fila de exceções. Software sob medida e treinamento de quem vai operar.

verificação de produção

rdstech verificar --ambiente producao

  1. Avaliação automática das respostas, com conjunto de testes versionado
  2. Limite de custo por mês, com alerta antes de estourar
  3. Trilha de auditoria: quem pediu, o que o agente fez, com qual dado
  4. Controle de acesso por perfil, herdado do seu SSO
  5. Fila de exceções, com revisão de uma pessoa antes de valer
  6. Plano de reversão e runbook de operação

✓ liberado para operar

Esta é a lista. Um item em falta e o piloto não vira produção.

O problema

Piloto de IA que encanta na demonstração e nunca chega à operação.

Quase nunca o gargalo é o modelo de IA. É o que falta em volta dele: medida, limite, registro, permissão e um caminho para o caso que o agente não deveria resolver sozinho. Essas quatro travas aparecem em praticamente todo piloto que chega até nós.

Trava 01

A demonstração roda na mão de quem construiu

Funciona no notebook de quem fez a prova de conceito e não sobrevive ao primeiro dia com dez pessoas usando ao mesmo tempo, cada uma com um caso que ninguém tinha previsto.

Trava 02

Ninguém combinou o que é melhorar

Sem medir o processo antes, qualquer resultado é opinião. Não dá para defender a continuidade do investimento com "pareceu mais rápido".

Trava 03

A conta de IA aparece depois

No piloto o custo por chamada é invisível. Quando o volume cresce, ele vira surpresa na fatura — e sem teto nem alerta a surpresa chega antes do resultado.

Trava 04

Segurança foi deixada para o fim

O piloto lê tudo porque ninguém mapeou quem pode ver o quê. Na hora de ir para produção, a área de segurança trava o projeto — com razão.

O que fazemos

Três frentes, uma conta só para você.

Automação com IA, software sob medida e treinamento. Na prática elas se encostam: a automação vira software, o software precisa de quem opere, e quem opera volta com o próximo processo. Dá para começar por qualquer uma.

  1. Automação e agentes de IAComo entregamos em produção
  2. Software e integrações sob medidaVer o que construímos
  3. Treinamentos corporativos em IAVer as trilhas

Automação

Automação e agentes de IA

O agente lê e escreve nos sistemas que você já usa, resolve o caso simples e manda o difícil para uma pessoa. Com métrica antes e depois.

  • Triagem e resposta em WhatsApp, e-mail e chat

    O agente entende o pedido, consulta o sistema que tem a resposta e responde. Quando o caso sai do script, ele passa para uma pessoa com o histórico já organizado — não do zero.

  • Leitura, classificação e extração de dados

    Nota, contrato, laudo, pedido. O agente lê, tira os campos que importam, grava no sistema e separa o que ficou duvidoso para conferência humana.

  • Busca que responde com a fonte

    A pergunta é respondida com base nos seus próprios documentos, e a resposta vem com o link do trecho que a originou. Isso se chama recuperação aumentada (RAG): o modelo não inventa, ele cita. Se a base não tem a resposta, ele diz que não tem.

  • Ligar sistemas que não conversam

    ERP, CRM, planilha, sistema próprio e aquele software que só roda numa máquina. A integração é feita por API quando existe API, e pelo caminho possível quando não existe.

  • Conciliação e rotinas repetitivas

    Comparar, conferir, preencher, avisar. Processos que não exigem julgamento ganham velocidade; os que exigem ganham uma fila organizada por prioridade.

  • Dar aos seus sistemas uma porta para a IA

    Expomos seus sistemas como ferramentas que um agente pode usar com segurança, por um padrão aberto (MCP). Na prática: a IA consulta e age nos seus sistemas sem que ninguém cole dado em chat.

Software

Software e integrações sob medida

Plataformas, APIs e integração com o legado. Inclui sistema de saúde, SSO e nuvem, quando o projeto pede.

  • Aplicações e portais internos

    Quando o processo é o diferencial da empresa e nenhum produto de prateleira encaixa sem contorcer a operação. Construímos a aplicação com a sua regra de negócio dentro, não ao redor.

  • APIs e camada de integração

    ERP, CRM, sistema próprio, serviço de terceiro e aquele banco de dados que ninguém mexe há anos. Fazemos a camada que traduz entre eles, com contrato de API versionado e monitoramento.

  • Interoperabilidade em saúde

    Troca de mensagens clínicas em HL7 v2 e FHIR, mapeamento de terminologias e integração entre sistemas hospitalares. É uma área onde erro de integração tem consequência clínica, e o rigor de teste reflete isso.

  • Pipelines e base para IA

    Antes de automatizar com IA, o dado precisa estar acessível e confiável. Montamos a ingestão, a indexação e o controle de qualidade que a automação vai consumir depois.

  • Implantação, identidade e operação

    Contêineres, implantação automatizada, observabilidade e autenticação única integrada ao seu diretório corporativo. Tudo descrito como código, para o ambiente ser reproduzível e auditável.

  • Projeto herdado que precisa voltar ao ar

    Sistema sem documentação, time original que saiu, implantação manual e medo de mexer. Entramos para entender, estabilizar, documentar e devolver o controle para o seu time.

Com o que trabalhamos
Agentes e IA aplicadaLangChain, LangGraph, recuperação aumentada (RAG), servidores MCP
Back-end e dadosPython, TypeScript, PostgreSQL, bancos vetoriais, filas e eventos
SaúdeInterSystems IRIS for Health, HL7 v2, FHIR, mapeamento de terminologia
InfraestruturaKubernetes, ArgoCD, infraestrutura como código, observabilidade
Identidade e acessoKeycloak, autenticação única (SSO), OIDC, controle por perfil
Front-endReact, Astro, acessibilidade conforme WCAG 2.2 AA

Treinamento

Treinamentos corporativos em IA

Três trilhas por papel: liderança, áreas de negócio e engenharia. Toda turma termina com algo rodando, não com um certificado.

  • Trilha 01 · Introdutório, sem pré-requisito técnico

    Liderança e governança de IA

    Sair sabendo decidir onde IA cabe, o que perguntar a um fornecedor e qual risco aceitar.

    Para quem: Diretoria, gerência e quem aprova orçamento e risco

    • O que a tecnologia faz hoje e o que ela não faz, sem exemplo de palco
    • Como ler uma proposta de IA: o que é entregável e o que é promessa
    • Risco, LGPD e o que precisa estar em contrato antes de começar
    • Como medir retorno de um processo automatizado, com a métrica certa
    • Quando a resposta é não automatizar
  • Trilha 02 · Introdutório a intermediário, sem programação

    IA para áreas de negócio

    Sair usando IA no trabalho do dia com critério, sabendo quando confiar e quando conferir.

    Para quem: Quem opera o processo: atendimento, financeiro, jurídico, RH, operações

    • Como escrever um pedido que devolve o que você precisa
    • Trabalhar sobre os seus próprios documentos, sem colar dado sensível em ferramenta pública
    • Reconhecer resposta inventada e conferir antes de usar
    • Montar um fluxo simples que economiza horas por semana
    • O que não pode entrar numa ferramenta de IA, e por quê
  • Trilha 03 · Avançado, exige experiência em programação

    Engenharia de agentes

    Sair capaz de construir, avaliar e colocar em produção um agente que integra com os sistemas de casa.

    Para quem: Desenvolvedores, pessoas de dados e arquitetura

    • Arquitetura de agentes: ferramentas, memória, orquestração e limites
    • Recuperação aumentada (RAG) que cita a fonte, e por que a indexação decide o resultado
    • Expor sistemas internos como ferramentas por um padrão aberto (MCP)
    • Avaliação automática: conjunto de casos, nota e detecção de regressão
    • Custo, limite de gasto, observabilidade e plano de reversão
  • In company presencial

    Na sua empresa, com a turma reunida. É o formato com melhor resultado quando o objetivo é alinhar áreas diferentes em volta do mesmo processo.

  • Remoto ao vivo

    Mesma aula, mesmos exercícios, times distribuídos. Sem gravação vendida como treinamento: a parte que funciona é o exercício com acompanhamento.

  • Híbrido

    Sessão presencial para a parte de decisão e encontros remotos para a prática. Útil quando a agenda da liderança não permite dias inteiros.

Como entregamos

Quatro degraus, cada um com critério de passagem.

Nenhum degrau começa sem o anterior ter passado. Se um critério não fecha, a gente para e explica — é mais barato do que seguir em frente com um número que ninguém acredita.

  1. Degrau 1

    Diagnóstico

    Mapeamos de 2 a 4 processos candidatos, olhamos os dados e os sistemas, e dizemos quais valem a pena.

    • Mapa dos processos e dos sistemas envolvidos
    • Casos de uso priorizados, com esforço e risco
    • Desenho da solução do primeiro processo
    • Métrica de referência: como está hoje

    Critério de passagem

    Passa se existir um processo com ganho mensurável e dado disponível.

  2. Degrau 2

    Piloto

    Um processo só, rodando de verdade, com a métrica medida antes e depois.

    • Automação ou agente funcionando no processo escolhido
    • Integração com o sistema real, sem trocar o ERP
    • Fila de exceções, com revisão de uma pessoa
    • Painel com o antes e o depois

    Critério de passagem

    Passa se o número fechar. Se não fechar, paramos e explicamos por quê.

  3. Degrau 3

    Produção

    O que funcionou no piloto entra em operação com o que produção exige.

    • Avaliação automática e limites de uso
    • Trilha de auditoria e controle de acesso
    • Runbook, monitoramento e plano de reversão
    • Teto de custo por mês

    Critério de passagem

    Passa quando a operação roda sem a nossa mão no volante.

  4. Degrau 4

    Operação e capacitação

    Acompanhamento mensal e treinamento para o seu time assumir o volante.

    • Relatório mensal de indicadores e custo
    • Ajustes e novos processos na mesma base
    • Treinamento das pessoas que operam
    • Transferência do código e da documentação

    Critério de passagem

    Continua enquanto fizer sentido. Sem contrato de amarração.

Exceção

Quando o agente não tem confiança suficiente, o caso sai da automação e vai para uma fila: uma pessoa decide antes de valer. Preferimos um agente que sabe pedir ajuda a um que responde sempre.

Produção

Seis itens separam um piloto de um sistema em produção.

Esta é a nossa ficha de liberação. Ela não é negociável item por item: com um dos seis em falta, o que a gente tem é uma demonstração — e chamar demonstração de produção é como a maior parte dos projetos de IA termina.

Ficha de liberação

Desmarque qualquer item e veja o carimbo. É assim que a gente trata um piloto incompleto.

Liberado6/6 itens

As perguntas que a sua área de segurança vai fazer

  • Onde os seus dados ficam

    Na sua nuvem ou na nossa, conforme o seu jurídico aceitar. Definimos por escrito, antes de começar, quais dados saem do seu ambiente e para onde. Nenhum dado seu treina modelo de terceiro.

  • Quem pode ver o quê

    O agente herda as permissões da pessoa que pediu, pelo seu login único. Se o usuário não vê aquele dado no sistema, o agente também não vê ao responder para ele.

  • Trilha de auditoria

    Cada ação fica registrada: quem pediu, o que o agente consultou, qual decisão tomou e qual versão do prompt e do modelo estava em uso. Isso é o que permite explicar um caso específico seis meses depois.

  • LGPD na prática

    Mapeamos a base legal, o ciclo de vida do dado pessoal e o atendimento a pedido de titular. Não vendemos selo de conformidade: entregamos a documentação técnica que o seu encarregado precisa para avaliar.

  • Custo sem susto

    Teto de gasto por mês, alerta antes de chegar perto e relatório de consumo por processo. Custo de IA que aparece só na fatura é o motivo mais comum de um projeto ser desligado.

  • Quando a IA erra

    Existe avaliação automática rodando contra um conjunto de casos de teste, limite de confiança para o agente agir sozinho, fila de revisão humana e plano de reversão. Erro acontece; o que não pode acontecer é erro silencioso.

Padrões

O que se repete, projeto após projeto.

Os clientes estão sob acordo de confidencialidade, então não há logo nem nome aqui — e número sem case que o sustente é propaganda. O que dá para mostrar é o padrão: o desenho que volta a aparecer e por quê.

  • Padrão

    O gargalo quase nunca é o modelo de IA

    Na maioria dos projetos, o tempo vai para descobrir onde o dado está, conseguir acesso a ele e lidar com o sistema que não tem API. A parte de IA é frequentemente a menor do cronograma.

  • Padrão

    Processo sem métrica não vira piloto

    Já recusamos processo que parecia excelente candidato e não tinha nenhum número histórico. Sem linha de base, qualquer resultado é discutível na reunião seguinte — e o projeto morre lá.

  • Padrão

    Exceção é a métrica que importa

    O volume que o agente resolve sozinho chama atenção na apresentação. O que decide se a automação sobrevive é a fila de exceções estar organizada e alguém olhando para ela.

  • Padrão

    Quem opera precisa entender

    Automação que só a consultoria entende volta para a planilha na primeira mudança de regra. Por isso o treinamento do time que opera faz parte da entrega, não é venda cruzada.

O primeiro case autorizado entra aqui

Já está escrito o molde que ele vai preencher. Publicamos assim que o cliente autorizar — com métrica antes e depois, não com adjetivo.

Setor e porteSetor, faixa de funcionários e em que sistemas o processo vivia.(Placeholder, a confirmar com o Renan: setor e porte do primeiro case autorizado)
O problemaO que acontecia antes, quem fazia, quanto tempo levava e onde travava.(Placeholder, a confirmar com o Renan: descrição do problema do primeiro case autorizado)
O que foi para produçãoA arquitetura em uma frase, os sistemas integrados e o que ficou sob revisão humana.(Placeholder, a confirmar com o Renan: solução entregue no primeiro case autorizado)
Como medimosA métrica escolhida, o valor antes, o valor depois e em quanto tempo.(Placeholder, a confirmar com o Renan: métrica antes e depois do primeiro case autorizado)

Quem somos

Uma equipe pequena, com quem construiu no volante.

Um negócio do Grupo RDS

A RdS Tech é o braço de tecnologia do Grupo RDS. Equipe enxuta de propósito: quem conversa com você é quem desenha a arquitetura e responde pelo que foi para produção.

Onde a nossa mão já esteve

  • Agentes de IA em produção

    Agentes construídos com LangChain e LangGraph rodando em operação real, com avaliação automática, controle de custo e fila de revisão humana. Servidores no padrão MCP que expõem sistemas internos como ferramentas, e busca sobre documentos próprios (RAG) que responde citando a fonte.

  • Integração e saúde

    Interoperabilidade clínica com InterSystems IRIS for Health, mensagens HL7 v2 e FHIR, e mapeamento de terminologias. É um domínio em que erro de integração tem consequência clínica, e o rigor que ele exige acabou virando o padrão de teste aplicado nos outros projetos.

  • Infraestrutura e identidade

    Kubernetes, implantação contínua com ArgoCD, infraestrutura descrita como código e observabilidade. Autenticação única com Keycloak e OIDC, com permissão herdada do diretório corporativo — que é o que permite um agente respeitar o que cada pessoa pode ver.

Cinco princípios, e um deles é dizer não

  • O código é seu desde o primeiro dia

    Repositório da sua empresa, infraestrutura descrita como código, documentação das decisões. Nenhuma parte do que entregamos depende de continuar nos contratando para funcionar.

  • Degrau por degrau, com critério de passagem

    Cada etapa tem um resultado que decide se a próxima acontece. Se o número não fechar, paramos e explicamos por quê — em vez de transformar um piloto ruim num projeto longo.

  • Medimos antes de escalar

    Métrica levantada antes do piloto e comparada depois. Automação sem linha de base é fé, e fé não sobrevive à primeira troca de diretoria.

  • Dizer não faz parte do serviço

    Boa parte dos processos melhora com integração, regra de negócio e um formulário bem feito, sem modelo de linguagem nenhum. Quando é esse o caso, a gente diz, mesmo custando o projeto.

  • Sem contrato de amarração

    O acompanhamento continua enquanto fizer sentido para você. Reter cliente por dependência técnica é um modelo de negócio; não é o nosso.

Começar

Escolha um processo e me conte como ele funciona hoje.

Um processo real, com nome e dono. A partir dele a conversa deixa de ser sobre IA em geral e passa a ser sobre o que dá para medir, o que dá para automatizar e o que é melhor não automatizar.

  1. Você descreve o processo

    Não precisa ter a solução pronta nem saber se IA é o caminho. Diga o que acontece hoje, quem faz e em quais sistemas.

  2. A gente responde em até um dia útil

    Com uma primeira leitura: parece viável, parece caro para o ganho, ou falta informação. Se não for um bom caso, a gente diz nessa resposta.

  3. Conversa de 30 a 45 minutos

    Para entender o processo com quem o executa. Sem apresentação institucional e sem proposta nessa conversa.

  4. Proposta de diagnóstico

    Escopo, prazo e preço do primeiro degrau, por escrito. Se você decidir não seguir, o mapa do processo que levantamos fica com você.

Pedido de diagnóstico

Escreva o seu nome.
Escreva o nome da empresa.
Confira o e-mail: falta o @ ou o domínio.
Escreva um telefone com DDD.
Escolha uma faixa.
Diga o que acontece hoje, quem faz e em quais sistemas. Não precisa saber a solução — é justamente o que o diagnóstico responde.Descreva o processo, mesmo que em uma linha.

Campos com asterisco são obrigatórios. Respondemos em até um dia útil. Não enviamos newsletter e não compartilhamos seus dados com terceiros.

Antes de você perguntar

Vocês trabalham com projeto fechado ou por hora?
Cada degrau tem escopo e valor definidos antes de começar. O diagnóstico é um trabalho com entrega própria, não uma reunião comercial disfarçada — e você sai dele com o mapa dos processos mesmo que decida não seguir com a gente. Os valores de cada degrau são a confirmar no orçamento.
O código fica com a gente?
Sim. O código, a documentação e a infraestrutura como código são seus desde o primeiro commit, no repositório da sua empresa. Não existe trava de fornecedor nem licença de uso do que construímos para você.
Precisamos trocar de ERP ou de CRM?
Não. A premissa do nosso trabalho é integrar com o que já existe. Trocar sistema central é um projeto com risco próprio, e misturar os dois é a receita mais comum de atraso.
Em quanto tempo vemos resultado?
O piloto existe justamente para responder isso com número em vez de promessa: medimos a situação atual antes de mexer e comparamos depois. Os prazos de cada degrau são a confirmar conforme o processo e os sistemas envolvidos.
E se a IA não for a resposta?
Acontece, e com frequência. Boa parte dos processos melhora com integração, regra de negócio e um formulário bem feito — sem modelo de linguagem nenhum. Se for o caso, a gente diz no diagnóstico. É mais barato para você e mais honesto para nós.
Vocês montam equipe dedicada ou trabalham por projeto?
Por projeto, com escopo e critério de aceite definidos por degrau. Alocação de corpo por hora sem entrega definida é um modelo que transfere todo o risco para o cliente, e a gente não trabalha assim.
Falar com a gente